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Graciliano Ramos

O alagoano Graciliano Ramos nasce a 27 de outubro de 1892, na pequena cidade de Quebrangulo. Em Maceió, passou a freqüentar o Colégio Quinze de Março e suas primeiras experiências como escritor aparecem no periódico Echo Viçosense e no jornal carioca O Malho.

O ano de 1925 marca o início do romance Caetés, concluído em 1928, mas revisto várias vezes até 1930. O lançamento do livro, de fato, só aconteceria em 1933. Em 1934, na sacristia da Igreja Matriz de Palmeira dos Índios, escreve os primeiros capítulos de S. Bernardo, romance publicado no mesmo ano.   

Em março de 1936 é preso, em Maceió, sem culpa formada, sob a alegação de que seria comunista. Passa por várias prisões, em Maceió e Recife. Segue no porão de um navio para o Rio de Janeiro, onde fica quase um ano na cadeia. Em agosto, ainda na prisão, publica o romance Angústia. Ao sair, vai morar no Rio de Janeiro com a família. Em 1938 publica seu maior clássico, o romance Vidas Secas.

Aos 50 anos de idade, recebe o prêmio Felipe de Oliveira pelo conjunto de sua obra.

Graciliano Ramos morre no dia 20 de março de 1953 e no mesmo ano é publicada a obra Memórias do cárcere.


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